sábado, 10 de agosto de 2013



Se  precisar de mim e eu estiver por perto,
Grite meu nome ao vento.
tenho a mania de ouvi-lo,
ele me trará o recado.
Quando precisar de mim
ouça uma música suave
de olhos fechados,
pois por vezes sou canção
Sempre que precisar de mim
olhe a lua
e ela compreenderá você como eu faria.

Se precisar de mim
dance na chuva,
água que correr em teu corpo
te abraçará como eu, te tomando em mes braços
E se não houver
vento, música, lua ou chuva,
faça uma oração
e o meu anjo se unirá ao seu.
para lhe por no colo e
lhe dar conforto
sempre que você precisar de mim.


(Autor Desconhecido - Encontrei, Reli, Reescrevi, Vesti)


O teu abraço me amarrota,
Em teus braços brinco de roda
E, me encontro em um lúdico lugar.
Nesse espaço todo eu viro fera
Recebo coragem para sonhar


(Madelene Gomes)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Desejo-te


Olhe-me e eu te verei
Fale-me e eu te ditarei
Escute-me e eu te guiarei
Leia-me e eu te interpretarei
Entenda-me e eu te compreenderei
Conquiste-me e eu te vestirei
Vista-me e eu te completarei
Encante-me e eu te reencantarei
Espere-me e eu te esperançarei
Experimente-me e eu te provarei
Perca-me e eu te encontrarei
Ilumine-me e eu te acenderei
Complete-me e eu te construirei
Mate-me e eu te enlouquecerei
Ama-me e eu te viverei




segunda-feira, 22 de julho de 2013

Um Certo Anjo


Aquela menina recebeu a visita de um Anjo.
O que ela não sabia definir se ele era um gato ou um anjo
Um gato de asas ou um anjo de botas outra vez.
Chegou quieto, sem alarde
Com aqueles olhos de promessas, aquelas demonstrações particulares de carinho
Aquele sorriso do tipo te quero pra mim.
Aquela menina não estava bem, algo tinha roubado suas foças
De lua minguante ele a fez lua cheia
De céu nublado e cinza o dia se fez ensolarado
Por que talvez ele fosse o sol...
Sem palavras a menina foi deixando ele entrar em sua vida
Tomando conta de seus sentimentos
Tocando sua alma
O que aquela menina só não conseguiu
Foi dizer tudo o que queria e sentia.
Quanto tempo se perdeu assim?
Quantas dúvidas?

Quantos medos?
Quanta Felicidade ?
Ficaram sempre guardadas naquele silêncio.
Ahhh menina tonta!
Agora o Anjo já se foi.
Talvez um dia o anjo até volte,
Mas o tempo perdido...
Ah menina tonta.


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Em Canto Meu






São nove da noite e ainda chove. Água que cai sem fim de um horizonte cinza e azul. A noite chegou e eu só percebi com a chegada dos grilos, pois os relógios não me importam mais.
Sinto que aqui dentro há uma vazio escuro, tão forte como onda de mar que quebra na pedras. Eu só queria gritar e com toda licença poética, queria sentir o vento no meu rosto. Quem sabe ele levava as lágrimas, ou então, varreria o vazio em minha voz.
Não quero complexidade, quero a simplicidade de um sorriso, que me leve por ai e traga em seu olhar o desejo da conquista, do encantar-me até que soe a última valsa vienense.
Quero que segure em minha mão e não a solte. Só quando eu quiser ser lua minguante. Do contrário, nunca!
E naquela cômoda, busco vestidos que me caibam, acessórios que me eternizem. Lá me-dito.
Quero os mais valiosos perfumes, postos nos mais fascinantes frascos e que eles  penetrem e aconcheguem a alma, feito colo que nos cabe.
Ainda chove lá fora e aqui em meu canto, continuo a esperar por você.
Adormeço. Esperanço-me à vida.